domingo, 2 de março de 2014

As Árvores Negras de Penumbra

O nascer da Árvore negra nas Fortalezas de Tenebreth
 Outrora, em tempos antes dos tempos, deuses lutaram contra primordiais pelo controle do mundo em batalhas com proporções tão enormes ao ponto de rachar continentes, derrubar montanhas e aplanar vales. Enquanto os primordiais estavam dotados de todo o seu poder colossal e tamanho imensurável, os deuses os venciam em número, mas isso não durou muito.

O Tarrasque

Os primordiais, cientes de sua vulnerabilidade em número, criaram criaturas poderosíssimas para lutar ao lado deles, armas vivas feitas apenas para destruir, algumas ímpares, outras inumeráveis. Eram as Abominações. Eles assolaram a terra, que rangia seus dentes ao sentir a marcha dessas criaturas aberrantes em seu solo. A maior e mais poderosa delas foi o Tarrasque. De um tamanho imenso, dotado de  um grande poder e da Imortalidade, o Tarrasque amedrontava os deuses com seu urro mortal.
Após a queda dos primordiais, ele perdurou. Continuou assolando as terras do mundo  até que os deuses concordaram que era hora de por um fim em sua assolação. Juntos novamente, assim como outrora contra Tharizdun, os deuses subjugaram o Tarrasque, que adormeceu e foi colocado pelas divindades no centro do mundo. Lá o deixaram, esperando que nunca acordasse. Sobre ele e sobre todas as outras abominações e armas criadas pelos deuses, criaram prisões mágicas em formas de raízes, que cresceram e viraram árvores, tão grandes ao ponto de cobrir cidades.
De uma cor Negra, as árvores se supriam do poder das criaturas aprisionadas, impedindo que elas tivessem força para despertar e novamente voltar a assolar o mundo, agora povoado não mais pelos deuses, mas por toda sorte de civilizações de raças.
Entretanto alguém traiu a causa e derrubou uma das árvores.

Mais Abominações...

  
Atropal

Desprezados pela vida, 
os Atropais existem apenas pelo 
simples motivo de trazer destruição 
e desespero ao mundo ao seu redor.
São projetos inacabados, alguns vagam
livremente entre os planos,
enquanto outros estão presos em 
planos desconexos ou enterrados 
sob as raízes das árvores negras.




Perseguidor Astral
Estas criaturas sobreviveram ao tormento e as guerras que se sucederam, residindo atualmente no mar astral e sendo hoje uma raça própria. Eles apreciam fama e reconhecimento, andando em grupos onde o que possui mais troféus de caça lidera. Os que não se debandaram para o mar astral permanecem adormecidos hoje em Penumbra, sob as raízes das árvores.

Sanguinário



Seu semblante horrendo assusta criaturas apenas por sua feição hostil. Possuem sentidos aguçados e caçam qualquer coisa por alimento ou por esporte. Alimentam-se do sangue de suas vidas e hoje os poucos que sobraram foram aprisionados nas Árvores.





Tênue


São criaturas que sabem manipular o tempo a seu favor e usam desse fator para trazer o caos entre os mortais.
Feitos de Nuvem condensada, essas criaturas possuem as extremidades inferiores de leão e torso, braços e cabeça humanoides. O ar se ondula ao redor desses seres e dentre os poucos que existiram e perambularam sobre a terra, apenas um não foi aprisionado, perdido entre a aurora dos tempos.

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