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| Ruas de Arkhósia |
Arkhósia. Situada aos pés das Montanhas de Arcan, foi o primeiro berço das criaturas pensantes que o mundo temia ao ouvir sua marcha. Entretanto muito ainda não foi contado sobre sua ascensão, esplendor e queda.
Bahamut, como já foi dito em contos antigos, herdou o caráter honroso e justo de seu pai, assim como também tantos outros gostos e vontades e assim como Io tinha vontade de criar inúmeros filhos para si. Com o desejo e poder vindos de parte da centelha que outrora habitava em seu pai e agora vivia nele, Bahamut criou uma raça poderosa de humanóides com aparência dracônica: Os Draconatos.
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| Bahamut em suas duas Formas |
Uma de Erathis, como gratidão pelos conselhos dados a Bahamut e outra ao mesmo, em honra a seu poder, justiça e imponência. Elfos, Humanos e toda a sorte de seres pensantes iam e vinham de Arkhósia, para lá aprender mais sobre tudo, aos pés das estátuas.
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| Valamar, Senhora dos Draconatos |
Porém, como não existiu, não existe e nunca existirá um conto de maravilhas e glórias do começo até o fim, algo deu errado. De quando o primeiro declínio de Arkhósia começou, não se sabe. Talvez no momento em que eles começaram a achar que todas as criaturas eram de tanta confiança quanto qualquer um dos draconatos nascidos lá.
No Oeste do Império se instalou um clima de desconfiança da parte dos humanos, que passaram a desenhar ali por sobre as casas onde moravam e por seus corpos símbolos profanos em louvor a criaturas nefastas e caóticas. Mortes sucessivas começaram a aparecer e chegaram a se tornar comuns onde os Humanos estavam e todo o povo de Arkhósia comentava sobre o exílio dos homens do Império, que inevitavelmente veio a acontecer.
Banidos e entregues a própria sorte em terras tão perigosas e horrendas quanto a morte, os humanos vagaram em busca de um novo lar.Muitos morreram vítimas de inúmeras mazelas, outros por ataques de feras colossais e outros simplesmente se perderam em grandes grupos, fracionando a população que seguia sem rumo. A humanidade parecia ter sucumbido como pena por seus próprios atos.
Em uma atitude desesperada, as poucas centenas de humanos que sobraram se dirigiram pra onde nenhuma criatura ousou pisar e nenhuma planta ousou brotar, ou algum passarinho ousou cantar e pra onde apenas as crias de Tharizdun e Ogremóch se debandaram e procriaram entre si: Para o leste, para a fenda. Lá acharam mais paz do que em qualquer outro lugar onde perambularam e começaram a se reerguer em meio ao fosso. Talandrur, senhor dos homens, sempre mostrou apreço às artes ocultas e em um de seus rituais achou alguém que não esperava: Tiamat, deusa do Orgulho e da Ganância, mergulhada em Ira e Ódio por
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| Tiamat, deusa da Ira e da Ganância, irmã e Inimiga mortal de Bahamut |
Com a ajuda de Tiamat adentraram novamente alguns deles em Arkhósia, agora disfarçados de Draconatos. Ali começaram a disseminar todo tipo de pensamentos, desejos ruins e conspirações nas pessoas de lá. Não demorou muito para que a semente do mau voltasse a ser plantada no Império e menos ainda para que todos começassem a desconfiar uns dos outros. De súbito culminou-se uma Guerra Civil em Arkhósia e em meio a tal fragilidade do Império o povo da fenda veio. Porém eles estavam diferentes de como eram outrora. Sua Aparência era abissal e tinham chifres e pele vermelha, haviam se tornado Tieflings.
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| Bael Turath, o Império construído à Beira da Fenda |










